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Meu Perfil BRASIL, Sudeste, SANTO ANDRE, VILA BASTOS, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Arte e cultura, qualquer coisa mais MSN - anykind30@hotmail
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SoundZ & NoiseZ
Ah the night...

"Ah the night...here it comes again" It's on with the jeans, the jacket and the shirt How'd I end up feeling so bad For such a little girl And I hold you close in the back of my mind Feels so good but damn it makes me hurt And I'm too scared to know to how I feel about you now La Cienega just smiles..."see ya around" And I hold you close in the back of my mind And raise my glass 'cause either way I'm dead Neither of you really help me to sleep anymore One breaks my body and the other breaks my soul La Cienega just smiles as it waves goodbye
"Ah the night...here it comes again" It's off with the jeans, the jacket and the shirt How'd I end up feeling so bad For such a little girl And I hold you close in the back of my mind Feels so good but damn it makes me hurt And I'm too scared to know how I feel about you now How I feel about you now La Cienega just smiles and says, "I'll see you around"

Escrito por Rogê às 12h35
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La Maison de Mon Revê
CocoRosie São duas irmãs norte-americanas, Sierra e Bianca Cassady, o seu último álbum “La Maison de Mon Revê”, lançado neste ano, é estranho belo e esquizofrénico. As palavras bonitas e melancólicas encontram-se envoltas em numa mistura de sons de panelas, cantar de pássaros e ruídos de automóveis.
 Com trajetórias incomuns, que passaram pela ópera e pela percussão, as duas irmãs começaram a produzir, num apartamento em Paris, um excelente e original trabalho que soa a algo entre o folk e a música eletrônica. Os loops de um teclado provocam melodias flutuantes que perfuram as palavras perversas, irônicas e ternas. Na maioria dos temas cantam juntas o que transforma as músicas em delicadas confissões íntimas. As influências são múltiplas, vão do blues ao gospel tradicional, porém, os temas das canções são atuais o que acentua o caráter estranho deste duo. Sem dúvida nenhuma é um dos álbuns mais belos do ano.
Escrito por Rogê às 12h15
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LOST IN TRANSLATION
Eu = pronome pessoal da 1ª pessoa; a personalidade de quem fala. Falha Trágica = característica que se levada ao extremo ocasiona a sua queda. __________________________________________________________________

Acabei de assistir “Encontros e Desencontros (Lost In Translation)” e agora estou ouvindo a trilha sonora e me permitindo a divagar... e, caramba, quanto nós ficamos anestesiados e sujeitos a várias “humilhações” porque não temos a coragem necessária de arriscar-nos ao ponto de poder perder tudo para descobrir o tal do sentido da vida. Quanto mais as pessoas mudam, mais elas ficam as mesmas. É claro q não sou a primeira pessoa a dizer isso, mas no momento expressa a minha falha trágica: a incapacidade de mudar. Mas acho que não estou sozinho nisto. Quanto mais conheço as pessoas, mais percebo que é a falha trágica de todos. Ficar sem mudar pelo máximo de tempo possível, ficar imóvel, nos faz sentir bem. E se você está sofrendo, pelo menos a dor é uma velha conhecida. Porque se você toma uma iniciativa, se abre, ou faz algo inesperado, quem sabe que outra dor está esperando por você? Há a possibilidade de ser pior. Então você mantém o seu “é meu jeito” e escolhe a estrada já trilhada. Não parece ser tão ruim, além de ser você um pouco mais. E quando finalmente mudamos não acho que seja como uma explosão, um grande evento no qual em um passe de mágica somos uma pessoa diferente. Acho que é bem menos que isso, o tipo de coisa que poucas pessoas percebem, só se observarem bem de perto, fato que, ainda bem, elas nunca fazem. Mas você percebe. Dentro de você essa diferença é enorme e espera que se torne aquela pessoa melhor que você será para sempre, para que não tenha que mudar de novo. Veja o filme e ouça e muito a trilha deixando-se levar pelos seus pensamentos mais íntimos e, só assim, despertar o “eu” que você quer ser para estar contigo o resto da sua vida.
Escrito por Rogê às 11h35
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I Know It's Only Rock'n'Roll But I LUV IT
O Rock’n’Roll é usado freqüentemente como um termo genérico, mas seu som raramente é previsível. Podemos definir o rock’n’roll por sua energia, rebelião e “pegada bem legal”.
Desde o começo com melodias de três acordes, as harmonias doces dos Beatles passando pelo cheio de soul Otis Redding, o rock vem fundindo gêneros e estilos rendendo um número surpreendente de rótulos fazendo com que os mais conservadores decretem a cada ano a morte deste tão fragmentado segmento da música. Outros comemoram a cada nova e promissora banda como se tudo estivesse começando agora.
Segue uma “pequena” lista de nomes dados às tantas variações de um gênero que teima em morrer (que bom).
ALTERNATIVE/INDIE-ROCK
* Industrial
* Alternative Pop/Rock
* Goth Rock
* Lo-Fi
* Grunge
* Shoegaze
* Britpop
* Post-Rock/Experimental
* Funk Metal
* Indie Rock
* Paisley Underground
* Jangle Pop
* Punk Revival
* Post-Grunge
* Third Wave Ska Revival
* Neo-Psychedelia
* Riot Grrrl
* Space Rock
* Adult Alternative Pop/Rock
* Alternative Dance
* Cocktail
* Dream Pop
* Punk-Pop
* British Trad Rock
* Industrial Dance
* Madchester
* Psychobilly
* Ska-Punk
* Cowpunk
* New Zealand Rock
* Chamber Pop
* Twee Pop
* Emo
* Slowcore
* Ambient Pop
* C-86
* Indie Pop
* Noise Pop
* Math Rock
* Queercore
* Sadcore
* Shibuya-Kei
* Skatepunk
* Garage Punk
* Alternative Folk
* Neo-Glam
* College Rock
* Pop Underground
* American Underground
ART-ROCK/EXPERIMENTAL
* Prog-Rock/Art Rock
* Experimental
* Kraut Rock
* Noise-Rock
* Neo-Prog
* Experimental Rock
* Canterbury Scene
FOLK/COUNTRY ROCK
* Country-Rock
* Singer/Songwriter
* Folk-Rock
* British Folk-Rock
HARD ROCK
* Blues-Rock
* Hard Rock
* Southern Rock
* Thrash
* Death Metal/Black Metal
* Glam Rock
* Grindcore
* Heavy Metal
* Speed Metal
* Hair Metal
* Arena Rock
* Alternative Metal
* British Metal
* Boogie Rock
* Industrial Metal
* Rap-Metal
* Guitar Virtuoso
* Progressive Metal
* Neo-Classical Metal
* Album Rock
* Aussie Rock
* Pop-Metal
* Rap-Rock
* New Wave of British Heavy Metal
* Detroit Rock
* Glitter
* Punk Metal
* Stoner Metal
* Scandinavian Metal
* Goth Metal
* Doom Metal
* Symphonic Black Metal
* Sludge Metal
* Power Metal
POP/ROCK
* Pop
* Pop/Rock
* Girl Group
* Bubblegum
* Teen Idol
* Brill Building Pop
* Comedy Rock
* Baroque Pop
* Sunshine Pop
* AM Pop
* Celebrity
PUNK/NEW WAVE
* Synth Pop
* Punk
* Alternative Pop/Rock
* Hardcore Punk
* New Wave
* Power Pop
* Ska Revival
* Mod Revival
* Post-Punk
* New Romantic
* No Wave
* Proto-Punk
* Rockabilly Revival
* Oi!
* Garage Rock Revival
* British Punk
* New York Punk
* L.A. Punk
* American Punk
* Straight-Edge
* Anarchist Punk
* Sophisti-Pop
* College Rock
ROCK & ROLL/ROOTS
* Rock & Roll
* Tex-Mex
* Instrumental Rock
* Rockabilly
* Roots Rock
* Surf
* Pub Rock
* Hot Rod
* Surf Revival
* American Trad Rock
* Jam Bands
* Heartland Rock
* Frat Rock
* Hot Rod Revival
* Retro-Rock
* Latin Rock
* Bar Band
SOFT ROCK
* Singer/Songwriter
* Adult Contemporary
* Soft Rock
* Pop/Rock
PSYCHEDELIC/GARAGE
* Psychedelic
* Garage Rock
* Acid Rock
* Psychedelic Pop
* British Psychedelia
* Obscuro
EUROPOP
* Euro-Pop
* Euro-Rock
* Swedish Pop/Rock
FOREIGN LANGUAGE ROCK
* Rock en Español
* French Pop
* Foreign Language Rock
* Italian Pop
* Asian Pop
* Japanese Pop
* Japanese Rock
* Hong Kong Pop
* French Rock
BRITISH INVASION
* British Invasion
* Psychedelic
* Merseybeat
* British Blues
* Mod
* British Psychedelia
* Freakbeat
* Early British Pop/Rock
Escrito por Rogê às 12h07
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O que você está ouvindo?
Numa conversa de boteco um amigo de longa data me perguntou como estava minha vida e que som eu estava ouvindo agora. Fui pego de surpresa. Sei que não era sua intenção, dado a quantidade de álcool já consumida por este. E por causa desses dois pontos, vida e música na mesma frase, me vi em um daqueles clichês. Vi naqueles poucos segundos um filme de toda a minha vida passar diante dos meus olhos.
“As canções de rock sobre dores-de-cotovelo, sofrimento e solidão estragam nossas vidas, se as consumirmos em excesso?”(Nick Hornby).
Hoje não consigo distinguir precisamente o que vivi em sonhos e o que vivi na realidade. Quando criança era como se só existisse sol e lua. Era uma “fábula” de poucas dúvidas e inocentes descobertas.
Depois vieram anos em que tive de descobrir em mim um instinto primitivo. Como todos os homens vislumbrei no alvorecer do sentimento do sexo a aparição de algo proibido, de tentação e de pecado. Aquilo que minha curiosidade buscava e me dava prazer e medo: O grande mistério da puberdade. Vivia numa orgia contínua e tive mulheres, sim de todas as cores / de várias idades / de muitos amores / com umas até certo tempo fiquei...
No fundo eu era isso: lixo, escória, bêbado repugnante e grosseiro, uma besta selvagem dominada por instintos asquerosos. Puta merda. Era quase um prazer. Chegava a assustar meus amigos com o meu cinismo. E apesar de minhas palavras serem as de um perfeito libertino, minha vida transcorria solitária, cheia de uma puta ânsia de amor, desesperança, sei lá.
De súbito deixei de freqüentar as contínuas baladas noturnas. Voltei a estar sozinho de verdade, sem ninguém a minha volta. Agora estou apenas tentando viver aquilo que brota espontâneamente de mim.
Voltando a Hornby faço a lista das cinco coisas que mais me fazem ouvir músicas tristes:
1- Meus companheiros de trabalho não se importarem em perguntar se eu tenho algum compromisso antes de marcar atividades nos finais de semana.
2- Lembrar a minha incapacidade de manter contato com meus amigos.
3- Ter que selecionar o que eu posso falar para os poucos que sobraram.
4- Perceber que em menos de dois meses devo ter lido aproximadamente 2500 páginas e estar, relativamente, falando bem francês e italiano.
5- Ter que colocar os pensamentos em um blog para para compartilhar com alguém.
Bem, o que estou ouvindo?
Twinemen. Triste e profundo, assim como a vida.

Escrito por Rogê às 23h24
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OUÇA COM ATENÇÃO
A banda surgiu em meados de 1998 após o fim do Refused. Meses depois lançaram diversos singles em vinil, que deram origem a compilação The First Conspiracy, lançada durante uma manifestação de recepção no encontro do G7. O The (International) Noise Conspiracy é uma banda que acredita na força e no alcance da música para atingir qualquer um que as ouça. Assim como em Refused, o T(I)NC, prega a revolução, o rompimento do capitalismo e o fim do neoliberalismo. Longe de ser uma manifestação juvenil e de revoltas sem fundamentos o encarte traz as fontes das citações e origem das informações contidas nas letras.
E a música? The Who, MC5, New York Dolls... são as influências mais óbvias mas, ouça e tire suas conclusões. Obrigatório.
Discografia:
ALBUMS
The First Conspiracy [1999]
Survival Sickness [2000]
A New Morning, Changing Weather [2001]
Your Choice Live Series [2002]
CD-EP's
Smash It Up EP [2000]
Reproduction of Death EP [2001]
Capitalism Stole My Virginity EP [2001]
Up for Sale EP [2002]
Bigger Cages, Longer Chains [2002/2003]
SEVEN INCH VINYL
Separation / The (International) Noise Conspiracy
The Conspiracy
The (International) Noise Conspiracy plays Abolish Work
T.I.M.E.B.O.M.B
Sin Crusade
DVD
Hang the V.J.
COMPILATIONS
Punk-O-Rama 7 [2002]
* Up for Sale
Quart 02 [2002]
* Capitalism Stole My Virginity
Livid 2002: Superstars of 2002 & Life Members 2001 - 1989
* A New Morning Changing Weather
Framåt för Palestinas befrielse [2002]
* The Reproduction of Death
How We Rock [2002]
* Up for Sale
A Plea For Peace [2001]
* Abolish Work
Cheap Shots V [2001]
* Breakout 2001 (Re-Mixed)
Punk-O-Rama 6 2001
* Only Lovers Left Alive
Cheap Shots IV [2000]
* Smash It Up
Punk-O-Rama 5 [2000]
* Smash It Up
Escrito por Rogê às 23h18
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Voltando para 2000
Tenho o hábito de ouvir cada nova aquisição de duas a três vezes em um dia e depois de alguns dias, ouví-las novamente. Assim tenho uma impressão melhor, que nem sempre são boas na primeira audição, afinal de contas o distanciamento sempre dá uma visão mais ampla de tudo.
“Let’s War”, primeiro álbum do “The Plastic Constellations”, me deixou um tanto desnorteado, estou no quarto dia seguido e não consigo tira-lo do CD player.
Parece ser um puta disco e ao mesmo tempo não. Ao ouvir a primeira faixa você pensa que é um dos melhores discos do ano (2000) para logo nas seguintes parecer que a primeira era apenas uma isca e ficar com aquela impressão de que foi enganado. E foi, duas vezes, pois mesmo as demais serem bem diferentes da primeira também são excelentes, fortes e com um swing bem bacana, mesmo não sendo um som dançante te dá vontade de dar um “balanços”.
O difícil mesmo é classificar o The Plastic Constellations, lembra (apenas lembra) um pouco de Sunny Day Real State, At The Drive In, Fugazi e Pavement. Acredito que a única razão para não saber se é ou não um puta disco é a escolha na ordem das faixas. Experimente mudar a ordem das faixas e ouví-las em ordem aleatória.
Ainda não consegui o último que foi lançado nesse ano, mas tenho certeza que é do caralho.
Discografia:
We Got The Moviment (1999, Pretentious Records, EP)
Let’s War (2000, Modern Radio, Álbum)
Mazatlan (2004, 2024 Records, Álbum)
Escrito por Rogê às 13h00
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> > > The Wonderful World of Music (the good ones)
Quanto mais aprendemos mais queremos aprender, quanto mais temos mais queremos ter, quanto mais ganhamos mais queremos ganhar, quanto mais descobrimos... enfim, duas da manh? estava pondo em ordem os meus CD's e me deu vontade de ouvir coisas com uma "pegada" mais suja, punk mesmo e fui nas raízes, MC5 e The Stooges, de repente me deu vontade de ouvir The White Stripes. Qual a conexão?
Bandas de Detroit. Comecei a procurar e descobri que boa parte do que tenho é de Detroit, não havia reparado até então, sempre achei que as de New York, California, Seattle e depois as da Inglaterra fossem as mais numerosas.
The Wonderful Detroit Rock City?
The Avatars, Basements, Blanche, Bogue, Broadzilla, Candy Band, Come Ons, Cyril Lords, Detroit Cobras, a maravilhosa Demolition Dol Rods a estranha, no melhor dos sentidos, Dirtbombs, Electric Six (que você tem que ouvir).
Uma lista enorme de deixar de queixo caído qualquer um que goste de um bom, mas bom mesmo, Rock'n'Roll.
Escrito por Rogê às 23h50
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